Tanto o nome cientifico quanto o nome comun é rosa rugosa. Tem origem na China, Coréia e Japão. É um arbusto arredondado que cresce entre 1,5 e2 mts. As flores são solitárias, brancas ou rosa púrpura. O fruto se assemelha a um tomate pequeno. Algumas variedades selecionadas são fragantes, algumas tem flores dobradas desde o branco até o vermelho ou púrpura, passando pelo rosado. Todas tem grandes frutos vermelhos. Prefere solos arenosos e é uma planta muito resistente; é uma espécie de grande valor decotarito por suas flores e seus frutos chamativos.
É muito usada em jardineiras. É um dos rosais mais antigos sob cultivo. Gosta de plena luz do sol e é pouco exigente com respeito as características do solo. Podas ocasionais devem ser feitas na primavera para rejuvenescer a planta.
A rosa rugosa é nativa da Ásia, encontrada em estado selvagem na China, Japão, Coréia e Sibéria. Foi introduzida na Europa em 1976 pelos viveiristas Lee e Kennedy de Hammersmith. Foi muito usada em hibridações durante a Era Vitoriana.Os híbridos originados da Rosa rugosa são quase imunes a doenças e adaptáveis aos mais diversos tipos de solo e clima, tolerando desde invernos congelantes a climas de calor em condições marítimas, tendo tolerância inclusiva a terras salobras.
A planta caracteriza-se pelas folhas de aspecto rugoso (daí o nome) e por flores quase sempre singelas em cores derivadas do púrpura e escarlate que exalam um perfume que faz lembrar o do cravo. Após a floração surgem os frutos arredondados, semelhantes a pequenos tomates, em tons acobreados ao vermelho vivo, muito ornamentais. O caule é quase sempre lenhoso, coberto por numerosos espinhos finos e alongados.
Foi objeto de muitas hibridações nas mãos de Cochet-Cochet, nos idos de 1900 no Roseiral de Häy – França – de onde obteve-se excelentes plantas como: Blac Double de Coubert e Roseraie de L´Häy.